“Senhoras e Senhores, peço licença para iniciar essa oração, acendendo velas e saudando aos seres divinos que abrem nossos caminhos, aos nossos antepassados e a todos os entes sagrados que nos acompanham, às guardiãs do saber ancestral capaz de curar praticamente tudo, as mulheres benzedeiras gaúchas.  É dessa forma que o melhor de mim saúda o que há de melhor em vós, que o sagrado possa estar convosco. Assim seja.”

Os Colares Mandinga Oiamo resgatam e interpretam elementos do sincretismo cultural e religioso expresso no modo de vida sulino e nas práticas de um território de fronteira formado em séculos de interação entre povos indígenas, negros, ibéricos, argentinos, uruguaios e imigrantes. Na cosmologia dos povos originários Guarani, habitantes da zona oeste e centro-oeste do Rio Grande do Sul, Tava ou “casa de pedra” é um lugar sagrado que pode ser invisível, em geral são os karaí (lideranças espirituais) que percebem sua presença.

Mulheres gaúchas mais velhas de origem afro-indígena que vivem em “pueblitos”, curandeiras, parteiras, benzedeiras e tecelãs, cultivam raízes e ervas medicinais e vivem fazendo trabalho de cura, de encantamento e mandingas.

Dimensões: 45x200cm
Material: Lã natural, algodão reciclado, juta e porongos

 

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“Senhoras e Senhores, peço licença para iniciar essa oração, acendendo velas e saudando aos seres divinos que abrem nossos caminhos, aos nossos antepassados e a todos os entes sagrados que nos acompanham, às guardiãs do saber ancestral capaz de curar praticamente tudo, as mulheres benzedeiras gaúchas.  É dessa forma que o melhor de mim saúda o que há de melhor em vós, que o sagrado possa estar convosco. Assim seja.”

Os Colares Mandinga Oiamo resgatam e interpretam elementos do sincretismo cultural e religioso expresso no modo de vida sulino e nas práticas de um território de fronteira formado em séculos de interação entre povos indígenas, negros, ibéricos, argentinos, uruguaios e imigrantes. Na cosmologia dos povos originários Guarani, habitantes da zona oeste e centro-oeste do Rio Grande do Sul, Tava ou “casa de pedra” é um lugar sagrado que pode ser invisível, em geral são os karaí (lideranças espirituais) que percebem sua presença.

Mulheres gaúchas mais velhas de origem afro-indígena que vivem em “pueblitos”, curandeiras, parteiras, benzedeiras e tecelãs, cultivam raízes e ervas medicinais e vivem fazendo trabalho de cura, de encantamento e mandingas.

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