Objeto, espírito e território.

Banco Crochê

Banco escultórico em lã natural

Por Tiago Braga (Oiamo)
Artesãs: Tania Tunes Furtado, Stella Xavier, Marlene Helvig, Dilce Paulsen, Luciana Viana — Pelotas, RS

A criação de ovelhas para a produção de lã nas estâncias do extremo sul do Brasil está profundamente enraizada na cultura gaúcha. Mais do que uma prática econômica, trata-se de um saber territorial, onde o tempo do animal, da paisagem e do trabalho humano se ajustam mutuamente.

Quando pensamos em raiz, quase sempre evocamos as plantas. Aqui, a raiz se desloca para o interior da pele. A lã nasce de uma matriz viva — um sistema celular que sustenta o crescimento do pelo e carrega, em si, a memória do corpo animal e do território que o abriga.

A tosquia responsável é parte fundamental desse ciclo. Ao remover o excesso de lã, o ovinocultor protege os animais do calor, previne doenças e assegura seu bem-estar. Trata-se de um gesto de cuidado, não de extração: a lã só existe porque o corpo do animal continua vivo.

Esculpida à mão, com técnicas ancestrais e utensílios simples, a lã natural é transformada pelas artesãs da Associação Ladrilã em parceria com o designer Tiago Braga. Fio, feltro e volume dão origem a um banco que parece brotar do chão — como se a matéria estivesse em estado de combustão lenta. O objeto ativa uma cadeia local mais justa e reafirma a lã gaúcha como matéria viva, cultural e política.


Características técnicas

Estrutura
Madeira de reflorestamento certificada.

Revestimento
100% lã natural artesanal, obtida a partir da tosquia responsável de ovelhas do extremo sul do Brasil.

Processo
Crochê manual

Tingimento
Sem tingimento, o que elimina processos químicos e desperdício de água.

Cor
Cinza natural da lã, com variações de tonalidade resultantes do pelo das ovelhas.

Dimensões aproximadas
Altura: 45 cm
Diâmetro: 35 cm
(Podem ocorrer pequenas variações, próprias do fazer manual.)

Banco Crochê

R$4.600,00
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Artesãs: Tania Tunes Furtado, Stella Xavier, Marlene Helvig, Dilce Paulsen, Luciana Viana — Pelotas, RS

A criação de ovelhas para a produção de lã nas estâncias do extremo sul do Brasil está profundamente enraizada na cultura gaúcha. Mais do que uma prática econômica, trata-se de um saber territorial, onde o tempo do animal, da paisagem e do trabalho humano se ajustam mutuamente.

Quando pensamos em raiz, quase sempre evocamos as plantas. Aqui, a raiz se desloca para o interior da pele. A lã nasce de uma matriz viva — um sistema celular que sustenta o crescimento do pelo e carrega, em si, a memória do corpo animal e do território que o abriga.

A tosquia responsável é parte fundamental desse ciclo. Ao remover o excesso de lã, o ovinocultor protege os animais do calor, previne doenças e assegura seu bem-estar. Trata-se de um gesto de cuidado, não de extração: a lã só existe porque o corpo do animal continua vivo.

Esculpida à mão, com técnicas ancestrais e utensílios simples, a lã natural é transformada pelas artesãs da Associação Ladrilã em parceria com o designer Tiago Braga. Fio, feltro e volume dão origem a um banco que parece brotar do chão — como se a matéria estivesse em estado de combustão lenta. O objeto ativa uma cadeia local mais justa e reafirma a lã gaúcha como matéria viva, cultural e política.


Características técnicas

Estrutura
Madeira de reflorestamento certificada.

Revestimento
100% lã natural artesanal, obtida a partir da tosquia responsável de ovelhas do extremo sul do Brasil.

Processo
Crochê manual

Tingimento
Sem tingimento, o que elimina processos químicos e desperdício de água.

Cor
Cinza natural da lã, com variações de tonalidade resultantes do pelo das ovelhas.

Dimensões aproximadas
Altura: 45 cm
Diâmetro: 35 cm
(Podem ocorrer pequenas variações, próprias do fazer manual.)